Da complexidade à eficiência: o movimento que está simplificando o financeiro das empresas

Tecnologia não é o fim, mas o meio para liberar o potencial humano de criar, inovar e crescer, diz Rodrigo Tognini, CEO da Conta Simples

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Conta Simples
Conta Simpleshttps://contasimples.com/
Com mais de cinco anos de mercado, a Conta Simples é a principal plataforma de gestão de despesas corporativas do Brasil. A companhia tem o propósito de oferecer autonomia para equipes e controle dos gastos financeiros das empresas, e disponibiliza em seu portfólio uma gama completa de soluções, desde uma plataforma de gestão de despesas por meio de múltiplos cartões corporativos, além da conta PJ. Em 2024, foi reconhecida como uma das 100 fintechs mais promissoras do mundo pela CB Insights, lista que identifica empresas que estão transformando o cenário financeiro global. Ao todo, já são mais de 30 mil clientes ativos em sua plataforma, além de mais de 500 mil cartões criados. Somente em 2023, a empresa transacionou o valor de R$18 bilhões.

*Rodrigo Tognini, CEO e cofundador da Conta Simples

Toda empresa em crescimento chega a um ponto de inflexão. Aquele momento em que os processos que funcionavam para dez pessoas começam a quebrar com cinquenta. As planilhas se multiplicam, o controle se perde e a agilidade que trouxe o negócio até aqui se transforma em um caos operacional. Esse desafio, que antes era uma dor de cabeça que aumentava conforme a empresa cresce, hoje tem solução e formas inteligentes de operar.

Por muito tempo, o debate sobre eficiência esteve focado em “fazer mais com menos”. Hoje, as empresas mais perspicazes perceberam que a questão é outra. Um recente levantamento que fizemos na Conta Simples, com nossa base de mais de 35 mil clientes, apontou um sintoma claro dessa mudança: o número de empresas que utilizam ativamente funcionalidades avançadas de gestão financeira cresceu 51,6% no último ano. A alta é um sinal claro de que o mercado atingiu um novo nível de maturidade, com a busca por governança e eficiência deixando de ser meros diferenciais.

Esse movimento nos mostra que a dor do financeiro não é universal; ela tem nuances. Negócios nativos digitais, por exemplo, precisam de velocidade para escalar, enquanto companhias com operações mais estruturadas priorizam um controle financeiro rigoroso. Portanto, a tecnologia precisa ser flexível o suficiente para se moldar às políticas de gastos, projetos e cultura de cada negócio, e a gestão financeira precisa se adequar ao contexto de onde o trabalho acontece. 

Isso se materializa em inovações que parecem simples, mas que resolvem gargalos crônicos, desde permitir que uma equipe anexe um recibo via WhatsApp e ter a IA lendo os dados instantaneamente ou possibilitar que uma aprovação de pagamento seja feita via Slack, até a garantia de que todas as transações fluam automaticamente para o ERP que a empresa já utiliza, seja ele um Omie ou SAP. Cada uma dessas automações libera o ativo mais valioso que qualquer empresa pode ter: o tempo das pessoas.

A eficiência como motor do crescimento 

Essa teoria se materializa de forma clara em empresas que estão na vanguarda do crescimento, como a INSIDER. A jornada deles para se tornar uma marca referência em tecnologia têxtil e sustentabilidade é um case não apenas de produto, mas de eficiência operacional.

Basta observar o processo deles para entender o porquê. O ciclo de criação de um produto de alta tecnologia é naturalmente complexo. A burocracia financeira, nesse contexto, não é apenas um inconveniente; ela se torna um freio direto à velocidade de crescimento e inovação. É por isso que, ao centralizar seus processos na Conta Simplesa INSIDER conseguiu escalar a operação sem aumentar a complexidade interna. Na prática, isso significa ganhar o controle e eficiência necessárias para gerenciar um alto volume de despesas, desde o pagamento de fornecedores até a gestão de campanhas de marketing

O amadurecimento das empresas brasileiras mostra que os gestores entenderam o recado. O futuro do financeiro é automatizado — com processos que rodam sozinhos, decisões baseadas em dados e times focados em estratégia, não em tarefas manuais. A verdadeira vantagem competitiva não está mais em fazer o trabalho financeiro, mas em usar a inteligência que ele gera para tomar decisões mais rápidas e assertivas. A tecnologia não é o fim, mas o meio para liberar o potencial humano de criar, inovar e crescer.

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