Expandir uma operação para o exterior costuma ser sinônimo de taxas de câmbio imprevisíveis, impostos elevados e a morosidade do sistema bancário tradicional. No entanto, a Jeeves está mudando esse cenário ao integrar a infraestrutura do blockchain diretamente no dia a dia das corporações.
A nova solução permite que empresas sem presença física em outros países paguem fornecedores e gerenciem despesas de equipes globais de forma instantânea. O grande diferencial é o uso de stablecoins para carregar cartões corporativos físicos e virtuais. Na prática, isso elimina a necessidade de converter moedas repetidamente, reduzindo drasticamente o peso de tributos como o IOF no Brasil.
Embora o lançamento inicial ocorra na Argentina, o Brasil é o mercado que mais cresce para a Jeeves e deve se tornar o principal polo de operações da fintech em breve. A demanda nacional por crédito aliada à tecnologia eficiente cria o ambiente perfeito para que soluções de pagamento cross-border prosperem. Segundo a liderança da empresa, a expectativa é que o volume de transações aumente em até 50% com essa nova funcionalidade.
Para o gestor moderno, o uso de stablecoins não é apenas uma tendência tecnológica, mas uma ferramenta de gestão financeira. É o meio mais rápido e barato de movimentar capital entre fronteiras. Ao adotar esse modelo, a Jeeves não apenas oferece um cartão, mas entrega previsibilidade de caixa e velocidade de execução — ativos essenciais para qualquer startup que deseja escalar em 2026.
Esta iniciativa reforça que a “Nova Economia” não trata apenas de novos ativos, mas de como usamos a tecnologia para tornar os negócios mais simples, transparentes e globais.




