Houve um tempo em que os grandes bancos tradicionais pareciam intocáveis. Então veio o Nubank. O que começou como uma resistência à burocracia brasileira transformou-se em um gigante com mais de 100 milhões de clientes. Agora, em 2026, a pergunta não é mais se o Nubank consegue crescer, mas sim: onde ele vai parar?
A expansão internacional não é novidade para a marca, mas os resultados recentes no México e na Colômbia serviram como a prova de fogo definitiva. Ao replicar o modelo de baixo custo, foco total na experiência do usuário e uma cultura de dados impecável, o banco provou que o “jeito Nu” é universal. Esses países deixaram de ser apenas apostas para se tornarem motores de rentabilidade, pavimentando o caminho para mercados ainda mais distantes.
O Nubank não exporta apenas um aplicativo; ele exporta tecnologia e eficiência. Em um cenário de Sustentabilidade Financeira, a fintech demonstra que é possível bancarizar milhões de pessoas com um custo operacional drasticamente menor que o dos players convencionais.
Os pilares dessa nova fase incluem:
- Escalabilidade Tecnológica: Uma infraestrutura que permite entrar em um novo país sem a necessidade de agências físicas.
- Foco no Cliente (Customer Centricity): O uso de IA para entender o comportamento de diferentes culturas e oferecer crédito de forma inteligente.
- Diversificação de Receita: Além do cartão, o foco em seguros, investimentos e contas para empresas (PJ) fortalece o ecossistema global.
Cruzar para a Europa ou Ásia exige mais do que apenas uma boa marca. Significa enfrentar regulações complexas e competidores locais já digitalizados. No entanto, para uma empresa que nasceu desafiando o impossível, a expansão global é o passo natural para se tornar a instituição financeira mais valiosa do planeta.
No Clikr, vemos esse movimento como o auge da inovação brasileira. O Nubank não está apenas mudando o banco; está mudando a forma como o mundo lida com o dinheiro.




