O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) defendeu, nesta sexta-feira (7), a realização de reforma administrativa e previdenciária, além da revisão de programas sociais e privatizações.
“O Estado no Brasil está encorpado demais e só manda a conta para o pagador de impostos. Eu vou fazer o ajuste pelo lado da despesa, e não da arrecadação, como esse governo tem feito. É uma reforma administrativa, é uma reforma previdenciária que será necessária, é revisão dos programas sociais. Sem tirar de quem efetivamente precisa, mas tem muita fraude e muita gente que se nega a trabalhar hoje, que continua recebendo“, afirmou o candidato à jornalistas em evento na Associação Comercial do Paraná.
Sobre concessões de estatais, o ex-governador ressaltou que o Executivo deveria focar seus esforços em áreas como saúde e segurança pública, e não na administração de empresas.
“O governo já tem muito o que fazer na área da saúde, da segurança pública, da educação, da infraestrutura, não tem que ficar administrando empresa, não. […] Porque o que político mais gosta é de ficar distribuindo cargo em estatais, arrumando contratos para alguém com quem ele tem vínculo. É bom para fazer politicagem e péssimo para as pessoas”, disse o candidato.
Oriundo do setor privado mineiro, com participações em empresas de sua família, Zema também ressaltou as privatizações que realizou como governador.
“Em Minas, eu vendi 118 empresas e participações que o Estado tinha, e só ajudou a administração pública”, concluiu.
