Jovem é encontrado morto após desaparecer em rio de Natalândia | G1

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Jovem é encontrado morto após desaparecer em rio de Natalândia | G1

Bruno de Barros Santos desapareceu na tarde de domingo (2). Corpo foi localizado pelos bombeiros por volta das 11h20 desta segunda-feira (3), a poucos metros do local do afogamento.


  • Bruno de Barros Santos, de 23 anos, foi encontrado morto nesta segunda-feira (3).

  • O corpo foi localizado por volta das 11h20, a poucos metros do local onde desapareceu.

  • O jovem havia desaparecido no Rio Preto, em Natalândia, na tarde de domingo (2).

  • As buscas foram retomadas na manhã desta segunda-feira por uma equipe com quatro militares.

  • Segundo relatos de familiares e da pessoa que o acompanhava, o jovem não sabia nadar e desapareceu ao entrar em um trecho mais profundo do rio.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o afogamento ocorreu no fim da tarde de domingo (2) — Foto: Corpo de Bombeiros Militar

O corpo do jovem de 23 anos que desapareceu no Rio Preto, em Natalândia, no Noroeste de Minas, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Unaí por volta das 11h20 desta segunda-feira (3). A vítima foi localizada a poucos metros do ponto onde havia submergido na tarde de domingo (2).

Bruno de Barros Santos, de 23 anos, desapareceu após entrar no rio na tarde de domingo.

De acordo com relatos de parentes e da pessoa que acompanhava o jovem, Bruno estava com a irmã e um amigo quando entrou no rio.

Eles contaram que ele não sabia nadar e caminhava por uma parte rasa quando teria pisado em um trecho mais profundo, submergindo e não sendo mais visto.

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As buscas

As buscas começaram por volta das 18h de domingo e seguiram até cerca de 19h30. Os trabalhos precisaram ser interrompidos porque a baixa visibilidade da água impedia que a operação continuasse durante a noite.

Na manhã desta segunda-feira, uma equipe formada por quatro militares retomou as buscas. O corpo foi localizado por volta das 11h20, a poucos metros do local onde o jovem desapareceu.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o trecho do Rio Preto onde o jovem desapareceu tem profundidade entre três e quatro metros, com pontos que passam de seis metros. A baixa visibilidade da água foi o principal obstáculo para as buscas.

O Corpo de Bombeiros orienta que banhistas evitem entrar em rios, lagoas e represas sem conhecer as características do local, principalmente a profundidade e a existência de correntes.

A corporação também reforça que essoas que não sabem nadar não devem entrar nesses ambientes.

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